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O Saber não tem fronteiras 
15/07/2016 - 11:14 
Programa do Governo Federal promove o intercâmbio de conhecimento das áreas da ciência e da tecnologia. 

 “Entre uma aula e outra e também nos fins de semana, sempre sobra um tempo para explorar a cidade, rica em paisagens naturais e em eventos culturais. Trilhas, festivais de música, feiras típicas, agora fazem parte do meu cotidiano. Apesar do choque cultural, da mudança no estilo de vida, das dificuldades no período de adaptação e da saudade daquilo e daqueles que deixei no Brasil, morar na Noruega tem sido uma experiência incrível e muito recompensadora. Acredito que os próximos meses só me darão mais certeza de que fiz a melhor escolha”. O relato é da aluna do 8º período do curso de Engenharia Química da Universidade Federal da Minas Gerais (UFMG), Nayara Melo Cardoso, de 23 anos, que aderiu ao programa Ciência sem Fronteiras e desde agosto estuda no continente europeu.

 

 








 



Nayara não está sozinha no exterior. De acordo com a Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da UFMG, até julho deste ano a Federal já havia concedido 1.539 bolsas para alunos de graduação, doutorado-sanduíche e pós-doutorado. Desse total, 632 estudantes são dos cursos de engenharia. Ainda segundo a DRI, a universidade de Minas foi a segunda que mais mandou estudantes para outros países, ficando atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP) no quadro geral.O programa, no entanto, vai além. O Ciência sem Fronteiras busca também promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. As engenharias e tecnologias são áreas prioritárias do programa. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.
 
 Além disso, o Ciência sem Fronteiras busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Na avaliação do professor Nilo Nascimento, diretor-adjunto da DRI, o Ciência sem Fronteiras oferece um significativo número de oportunidades para estudantes de graduação para cursarem parte de sua formação em universidades estrangeiras, além de possibilitar a formação em nível de doutorado no exterior. “Com o objetivo de atrair para o Brasil jovens pesquisadores brasileiros ou estrangeiros, que se encontrem no exterior, o programa também oferece bolsas de pós-doutorado e apoio à pesquisa. Finalmente, há oportunidades importantes para a colaboração com professores de universidades estrangeiras, reconhecidos por suas atividades de pesquisa e ensino, por meio do programa de professor visitante para atuar em universidades brasileiras”, esclarece.
 
 Ainda segundo o diretor-adjunto da DRI, o programa impacta, de maneira significativa, a formação de estudantes universitários brasileiros bem como contribui para intensificar o processo de internacionalização das universidades brasileiras. “A UFMG, uma das universidades brasileiras líderes no processo de internacionalização acadêmica, com o programa Ciência sem Fronteiras dobrou o número de seus estudantes que participam de intercâmbio e é, hoje, a segunda universidade brasileira em número de alunos apoiados pelo programa”, destacou o professor. Ele acrescenta que há desafios associados ao programa que precisam ser tratados e que, em certa medida, estão sendo considerados. Um deles é a formação em línguas estrangeiras dos estudantes universitários brasileiros, o que levou a iniciativas como o programa da UFMG de formação gratuita para fins de mobilidade, oferecendo, na atualidade, o Inglês, o Francês e o Espanhol, bem como o programa Inglês sem Fronteiras, de iniciativa do MEC.
 
“Será necessário trabalhar com mais afinco os processos de avaliação das experiências de formação profissional e pessoal dos participantes no programa. Ao mesmo tempo, o elevado número de estudantes que retornam às universidades brasileiras a partir de agora oferece oportunidades importantes para o aprofundamento sobre muitas questões relativas ao ensino com incorporação de experiências internacionais”, assinalou. Para ele, as universidades brasileiras devem, igualmente, aproveitar as novas relações estabelecidas com universidades estrangeiras para desenvolver parcerias duráveis para além do programa Ciência sem Fronteiras. “Deve-se ressaltar a questão sempre defendida pelas instituições de ensino superior brasileiras de ampliar o apoio do programa a todas as áreas de conhecimento”, afirmou.
 
Opinião semelhante tem o professor Geraldo Nunes, da diretoria de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “O Ciência sem Fronteiras significa internacionalizar o nosso sistema de ensino superior com o envio de estudantes para instituições de renomada competência. Isso vai provocar uma verdadeira revolução no nosso sistema superior, com o conhecimento que eles vão trazer de volta, com a possibilidade de parcerias futuras”, afirmou.
 
Já a mãe de Nayara, a engenheira civil Fátima Freiria de Melo, afirma ter convicção de que, em poucos anos, o país poderá ver o resultado positivo dessa importante decisão do governo brasileiro de investir nos jovens, na educação e no conhecimento. “Muitos exemplos ao longo da história mostram que inúmeras sociedades conseguiram dar um grande salto tecnológico e humano absorvendo conhecimentos de outras culturas, como são os casos recentes da China e Coréia”, destacou.
 
Fátima Freiria ressalta que, expostos a novas tecnologias, ambientes avançados de pesquisa, estruturas dinâmicas de ensino, diversidade de pensamento e de solução de problemas nos centros mais avançados de educação do mundo, os jovens que participam do programa Ciência sem Fronteiras certamente retornarão cheios de expectativas, aptos a desencadear mudanças importantes, a começar pelo modelo de ensino de suas próprias universidades. Isso porque, segundo ela, com a bagagem adquirida, esses jovens terão melhores condições de aproximar empresas e universidade, propor inovações, alavancar o desenvolvimento da ciência e da tecnologia em busca de soluções para os problemas estruturais do Brasil. “Espero que, em breve, os resultados desse programa elevem a competência da engenharia e demais profissões da área tecnológica, fazendo surgir um novo perfil de profissional, mais capacitado, inovador, ético, mais comprometido com a busca de uma sociedade justa e com o desenvolvimento sustentável do país”, avalia Fátima Freiria.
 
Desde seu lançamento, em julho de 2011, o programa já concedeu 43.609 bolsas de graduação e doutorado-sanduíche, pós-doutorado, doutorado pleno e bolsa Jovens Talentos e Pesquisador Visitante. O país com o maior número de bolsistas são os Estados Unidos, com 9.788. Em seguida, está a França, com 4.725; e o Canadá, com 4.428.
 
 A meta do governo é oferecer, até 2015, 101 mil bolsas. Dessas, 26 mil são financiadas pela iniciativa privada. Uma das dificuldades dos estudantes é o requisito de comprovação da fluência no idioma do país que irá estudar, ou pelo menos do inglês. Pensando nisso, o MEC lançou o Programa Inglês sem Fronteiras, que oferece aulas online e presenciais, além da aplicação de testes para verificar o nível de inglês dos universitários brasileiros.
 
 Além das aulas online, o Programa Inglês Sem Fronteiras oferece também aulas presenciais, assim como a aplicação de testes para verificar o nível de inglês dos universitários brasileiros. De acordo com o MEC, são 453.804 alunos cadastrados no módulo online. Foram enviadas 395.647 senhas. Estão ativos 348.988 alunos. A meta é entregar 2 milhões de senhas até 2014. No módulo presencial, são atendidos mais de 20 mil alunos.
 
 O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que não haveria dificuldades em cumprir a meta do programa Ciência sem Fronteiras. Ele explicou que a contagem do governo se dá pelas bolsas aprovadas e que nem todos os 43 mil estudantes estão no exterior. “Todas as bolsas serão concedidas até dezembro de 2014”, disse Mercadante, destacando que alguns desses estudantes vão embarcar para os países para os quais foram selecionados apenas em 2015.




 

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